Hemocentro de Rio Verde ganha nova subestação de energia elétrica

(23/07/2025) O Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano - Idtech realizou um importante investimento no Hemocentro Regional de Rio Verde Janielly Regina do Nascimento – Hemogo Rio Verde, que integra a Rede Estadual de Serviços Hemoterápicos – Rede Hemo. A unidade agora conta com subestação de energia elétrica própria, com capacidade de 150 kilovolt-amperes (kVA), o que garante funcionamento ininterrupto dos equipamentos e mais estabilidade na oferta dos serviços à população.

O coordenador de Engenharia e Infraestrutura do Idtech, Marcos Valério, explica que, antes da implantação da subestação elétrica, o Hemocentro de Rio Verde era alimentado por uma rede de distribuição convencional, dimensionada prioritariamente para uso residencial. “Havia quedas frequentes e oscilações no fornecimento de energia elétrica. Além disso, não possuíamos capacidade instalada suficiente para a inclusão de novos equipamentos, devido à limitação da carga disponível”, sintetizou ao descrever o cenário anterior aos investimentos.

Entre a contratação das equipes de engenharia e a compra da subestação e dos materiais necessários para a instalação, foram destinados quase R$ 100 mil para o aprimoramento da rede. A disponibilidade dos recursos só foi possível devido ao Plano de Eficiência Econômica estabelecido pelo Idtech.

Nara Barroso, biomédica do Hemocentro Rio Verde há 4 anos, conta que a variação no fornecimento da energia afetava equipamentos da área técnica e computadores. “Com a nova instalação, foi visível a melhora. Sem queda de energia, equipamentos funcionando bem. A nossa rotina tem um rendimento bem maior do que anteriormente”, sintetizou. Ela traz como exemplo de melhoria, o início das operações de novos equipamentos, como uma centrífuga que “estava parada por causa dessa subestação”.

Os investimentos feitos garantem energia estável, contínua e com capacidade adequada para todos os sistemas da unidade; Reduz riscos de falhas por sobrecarga ou oscilação elétrica, protegendo equipamentos; e também maior confiabilidade nos exames e processos laboratoriais, que exigem energia estável para equipamentos de precisão.

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